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11/07/2019 15:10

Evento apresenta competências e desafios da CCI

O encontro ‘Dialogando com a Coordenação de Controle Interno’ foi realizado na manhã desta quinta-feira (11), quando a Coordenadora de Controle Interno da Procuradoria Geral do Estado da Bahia, Fernanda Berg, apresentou ao corpo funcional do órgão as competências e desafios do setor. O evento contou com a presença da procuradora geral adjunta, Luciane Rosa Croda, da corregedora da PGE, Maria Olívia Teixeira de Almeida, do chefe do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento, Ailton Cardozo da Silva Júnior, e do auditor geral do Estado, Luís Augusto Peixoto Rocha.

“O Estado Brasileiro hoje não existe mais sem o controle e o compliance. Precisamos evoluir, porque muitas das nossas rotinas estão certas, corretas, mas precisam ser conferidas, precisam estar pensadas e dentro das regras de negócios, para que todos saibam o que fazer, e como agir em determinadas situações. Precisamos organizar  nossa máquina, nossa burocracia, para que possamos ser mais eficientes. O controle interno não tem viés punitivo e sim corretivo. É uma oportunidade para corrigir o caminhar, buscar a postura correta, legal, que esteja de acordo com o normativo. A ideia é corrigir para adequar”, afirmou Luciane Croda.

”Não temos mais como pensar em um órgão público sem um controle efetivo e atuante”, afirmou o auditor geral do Estado. Luís Augusto Peixoto destacou ainda que o controle tem função essencial no dia a dia de toda e qualquer instituição e que deve ser exercido por todos. “O grande desafio da CCI é se incorporar a rotina do órgão, fazer parte. Não ser apenas um apêndice”, pontuou o auditor esclarecendo ainda que o controle interno tem a função de ajudar, dialogar, construir solução em conjunto com o órgão e não apenas apontar os erros.

Fernanda Berg iniciou sua explanação lembrando que o controle interno é um parceiro da instituição e de seus colaboradores e seu papel é trabalhar em conjunto com o órgão ajudando a resolver os problemas. “Não somos executores,  e sim controle, mas acima de tudo somos parceiros e estaremos sempre abertos ao diálogo. Queremos que o controle interno participe da vida de vocês sem que vocês sintam que ele está lá. Ele vai ser fluido, vai estar lá ajudando a executar o trabalho”, afirmou.

A coordenadora discorreu também sobre a estrutura da CCI, suas competências, limites de atuação e rotinas de trabalho. “O controle interno é dinâmico e, portanto, precisa se adaptar às mudanças, enfrentar riscos e trazer segurança para as nossas ações”, analisou.

Fernanda Berg falou ainda sobre os desafios da CCI, dentre eles o controle preventivo. “Uma atuação preventiva evita muitos problemas lá na frente e, consequentemente, punições do controle externo”, explicou.

Fonte: ASCOM/PGE

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