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10/10/2017 16:40

Corpo funcional da Procuradoria conhece o Plano Estratégico PGE 2017-2021

Em evento realizado na tarde desta terça-feira (10), integrantes do corpo funcional da Procuradoria Geral do Estado conheceram o Plano Estratégico PGE 2017-2021. O documento é fruto de um processo de revisão pelo qual o Plano Estratégico aprovado em 2011 passou, com a finalidade de consolidar os principais objetivos estratégicos vigentes, criar outros e aprimorar o sistema de medição, por meio de indicadores, para um efetivo acompanhamento de sua execução.

Na ocasião, a procuradora geral adjunta, Luciane Rosa Croda, a quem coube detalhar todo o processo de revisão e os resultados alcançados, afirmou que o plano estratégico da PGE precisa ser dinâmico e vivo, motivo pelo qual é necessária a sua revisão. “A nossa sociedade hoje é muito célere, as informações, os conteúdos, tudo muda muito rápido. Fazer um planejamento e não revisitar de tempos e tempos significa que ele virou um quadro na parede, um livro bonito. Ele precisa ser revisitado pra que seja vivo”, declarou.

A procuradora falou ainda sobre a identidade estratégica da PGE, sua missão, visão e valores. “Hoje a missão da Procuradoria reflete uma PGE muito mais proativa, que quer estar junto na construção das políticas públicas. Ela não quer ser uma Procuradoria apenas reativa. Ela quer participar, colaborar, construir junto, porque entendeu, internalizou que só tem importância e propósito enquanto instituição se fizer parte de um todo e oferecer resultados a sociedade, à população baiana”, analisou.

“Para mim é muito presente a função da PGE de construir e garantir que seja efetivada uma política pública. Hoje é claro que a Procuradoria deve participar de cada política pública do Estado e a gente está vendo isso acontecer”, declarou a procuradora Fabiana Maria Farias Santos Barretto ao ser convidada a dar seu depoimento sobre a nova missão da PGE.

Ao falar sobre a visão da Procuradoria, a procuradora Cinthya Viana Fingergut lembrou o quão importante e necessário é parar para pensar no futuro. “Temos que abrir janelas na nossa instituição para enxergar o que está além. Nós já sabemos quem nós somos. Agora precisamos saber onde queremos chegar. O plano estratégico não me serviu para trazer respostas, mas para me fazer refletir sobre o futuro da PGE. Precisamos de uma meta, porque se ela podemos caminhar uma longa distância e não chegar a lugar algum, ou chegar em um lugar onde não queremos estar”, destacou.

A procuradora falou ainda sobre o que deseja para a Procuradoria. “Não queremos ser valorados apenas pela quantidade de processos que despachamos, mas pelos caminhos que escolhemos para resolver as demandas. É claro que a PGE está preocupado com resultados, não podemos nos furtar a eles. Mas não é só este resultado. A PGE precisa, quer e deseja ser propositiva”, refletiu.

Encerrando as apresentações do dia, o procurador geral do Estado, Paulo Moreno Carvalho, falou sobre a importância do plano estratégico para o órgão e da necessidade de não se agir por efeito, mas de forma estruturada e planejada.

“Não vamos fazer atuações de efeito, emblemáticas, fantásticas, mas com projetos estruturados. Não podemos abrir mão de fazer as coisas bem feitas, com começo, meio e fim, com a clareza do que a gente quer, de forma responsável, com cobranças. Não vamos abrir mão disso. Passar por cima das coisas sem discussão, sem aprofundamento é um caminho para o erro. Temos que fazer as coisas com consistência, identificando onde queremos ir e onde queremos chegar.

Paulo Moreno afirmou ainda que o plano estratégico da PGE é um produto legítimo, fruto de um trabalho coletivo, feito sem censuras e de forma democrática e transparente.“Temos enormes desafios pela frente, mas estamos trabalhando muito para que as coisas avancem e para que cheguemos lá”, finalizou.

Fonte: ASCOM/PGE

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